segunda-feira, março 21, 2016
“Momentos Rasgados”
sexta-feira, janeiro 25, 2013
“Talvez sim… ou Não”
Por onde andas perdido, ou talvez não…
quinta-feira, novembro 01, 2012
“Um Gato, Uma Frase, Uma Quadra” :)
Existes tu, eu e muitos mais
Nas nossas existências individuais
Em ligações afectivas ou cordiais
Banha meus pés com carinho
Vêm e vão num beijnho
Ou tardes de lua cheia
O calor aquece sempre
Os braços de uma sereia
Vermelhas são emoção
Cada flor é singeleza
Que guardo no coração
Em risos e lágrimas escritos
No conjunto formam a teia
Que descobrem os peritos?!
Não há dinheiro p'ra comer, comprar o pão...
E há dinheiro para a cambada depravada
E há dinheiro para o chumbo, para o canhão
domingo, dezembro 06, 2009
“Pensamentos”
quarta-feira, dezembro 02, 2009
“Ideias”
Ideias
Mui complicadas
Congeminadas
Disseminadas
Serão imorais?
São elas que aparecem
Que adormecem
Que enaltecem
Que enraivecem
E virão mais?
Despertam
Dispersam
Perturbam…
Queimam
Finalmente chega o momento
Ufa!!!!!!!.........
Num afã desesperado
Unem-se
Misturam-se
Reúnem-se
E saem de braço dado
Pela calada…
Dizendo tudo
Dizendo nada.
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domingo, março 29, 2009
"As Ideias Surgem"

As ideias surgem
As ideias surgem
As ideias surgem
Pegar nelas, trabalhá-las
Defendê-las, orientá-las
As ideias surgem
As ideias surgem
As ideias surgem
Apresentam-se, desenvolvem-se
Guardam-se ou projectam-se
Num universo de ouvintes
Surdos, opacos
Abertos, brilhantes
Sinistros, soturnos
Alegres, gritantes
As ideias surgem
As ideias surgem
As ideias surgem
Sem rodeios, envoltas em mistérios
Instalam-se.
As ideias surgem
Bem, bom... Pum, Ponto.
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segunda-feira, janeiro 14, 2008
“Em Silêncio”Uns atormentam-me e logo os apago, afasto, outros captam o meu interesse.
Tento fixá-los, aprofundá-los em cada pormenor, só que quase sempre se escapam, sem que tenha tempo de os registar. São fugazes, porém intensos quadros que vislumbro.
Pequenas telas que se mostram aos meus olhos em breves instantes, tal como as fracções de segundos dos disparos de uma câmara fotográfica.
De cada vez que estas “fotos” me surgem, questiono-me como poderei passá-las ao real, pintá-las… são tão breves que não me dão tempo de as registar.
Umas sorriem, são alegres, outras contorcem as caras, semblantes estranhos, esgares.
Como registá-las se elas estão em contínua mutação?
Registar em papel ou tela tanta mudança é uma façanha porque a velocidade é tal que nem a memória tem tempo de as memorizar.
E em silêncio regressei às palavras. Estas sim, dão conta de mim e fazem-se registar.
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domingo, julho 22, 2007

segunda-feira, junho 04, 2007

A mexer nos meus pedaços
Reparei logo ali
Num que estava ofuscado.
Era um conto fugaz,
Muito tonto e envergonhado
Que fora escrito à pressa
Num dia muito aziago
Em que a força esmaece.
Reli as breves palavras,
Relembrei dias alegres
Brotaram sorrisos soltos e,
De mãos abertas recebi
Como dádivas bem merecidas
Notícias vindas de longe.
Vieram à mente os sonhos
Que andavam arredios
No meio da escuridão
Que mos tinha entorpecido.
Como é bom ter esperança,
Acreditar no futuro,
Mesmo que só em lembrança
O mundo fica mais puro.
Os olhos vêem mais claro
O que estava escondido
Beleza num conto gravado
Num papel descolorido
Relata a continuidade dum tempo
Em que nada foi perdido
Feito de turbulências, irreverências,
Futilidades, responsabilidades
Forças e persistências
Que se tornam liberdade.
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quinta-feira, maio 24, 2007
Há gestos que dizem
O que da boca não sai.
Contudo ficamos felizes
Quando a mente se abre e diz
Tudo quanto dentro lhe vai.
Anos de contenção
Vivendo só de emoção
Sem transcrever em palavras
Tudo quanto sentimos
Que nos gestos traduzimos
Nos preenche o coração.
O simples que complicamos
As normas que contestamos
Nos agrilhoam a alma.
Num momento de silêncio
Abrem-se todas as portas
Inseguras, determinadas, confiantes
Soltam todas as amarras
Libertam todo o seu grito
Contido no tempo, no espaço
Que num momento sentido
Se estendem, ao pleno vivido
Esclarecendo seus passos.
Quando as palavras traduzem
O que na alma guardamos
Todos os sinos repicam
As estrelas brilham, levitam
Inundam todo o espaço.
Sorrisos saem ligeiros
Correndo ao infinito
Retornam, trazem o cheiro
Que penetra o mundo inteiro
Da felicidade, dum grito.
A calma instala-se então
Refaz energias vitais.
Do fundo do coração
Emanam tantos sinais...
Paz, amor, alegria
A combinação perfeita
Treme o corpo
A alma ri, reluz
Do bem que isso lhe traz.
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