sexta-feira, setembro 11, 2015
“Infestação II”
sexta-feira, março 21, 2014
“A Revolta das Tu(r)bulações”
Há
isolações
Que
não são insolações
São
mais fornicações
Aplicadas
por certos cabrões
Que
(julgam) pensam que têm colhões.
Deixem-se
de ser vendilhões
Vão-se
embora fodilhões
Espíritos
sem corações.
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(nota: quem tiver os olhos sensíveis, é favor não ler)
quinta-feira, junho 06, 2013
“Diálogo Solto”
domingo, maio 05, 2013
"Por Decreto..."
domingo, janeiro 13, 2013
“ACORDA!”
segunda-feira, janeiro 07, 2013
“O Grito da Alma”
quarta-feira, novembro 21, 2012
“Amotinação”
quinta-feira, novembro 01, 2012
“Um Gato, Uma Frase, Uma Quadra” :)
Existes tu, eu e muitos mais
Nas nossas existências individuais
Em ligações afectivas ou cordiais
Banha meus pés com carinho
Vêm e vão num beijnho
Ou tardes de lua cheia
O calor aquece sempre
Os braços de uma sereia
Vermelhas são emoção
Cada flor é singeleza
Que guardo no coração
Em risos e lágrimas escritos
No conjunto formam a teia
Que descobrem os peritos?!
Não há dinheiro p'ra comer, comprar o pão...
E há dinheiro para a cambada depravada
E há dinheiro para o chumbo, para o canhão
sábado, março 10, 2012
“Mentes Perversas”
Chegam, pavoneiam-se
“Esperança”
quinta-feira, novembro 17, 2011
"A Marcha do Nu"
Nus ao mundo nós viémosNus embora havemos de ir
Nus todos os dias ficamos
Nus sem conseguir rir.
Nus, simplesmente nus.
Nus de fome sangrenta
Nus sem abrigo nem casa
Nus com conhecimentos
Nus muito esperançados
Nus sem apelo nem graça
Nus, simplesmente nus.
Nus carecas, penteados
Nus sujos, lavados, sebentos
Nus gordurosos, vinagrentos
Nus inodoros, perfumados
Nus magros, obesos, cansados
Nus, simplesmente nus.
Nus revoltados, vingativos
Nus agressivos, transviados
Nus loucos, parados, dormentes
Nus, simplesmente nus.
Nus sem sonhos, sem casas, sem livros
Nus sem camisas, sem sapatos, sem dentes
Nus sem famílias, sem amigos, sem parentes
Nus, simplesmente nus.
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segunda-feira, fevereiro 08, 2010
Isabel Allende conta Histórias de Paixão
http://www.ted.com/talks/lang/por_br/isabel_allende_tells_tales_of_passion.html
terça-feira, novembro 24, 2009
“Vaivém dos Estudos Sociais”
Recolhas
Comparações
Imposições
Dos ditos “Padrões”
De saúde, alimentares
Sexuais
Morais
E outras coisas mais.
Incoerências sociais
De quem julga ter “Poder”
Sobre hábitos, comportamentos
Daquilo que devemos comer,
Do que vestir, trabalhar
Até mesmo do prazer.
Autorizam, proíbem
Publicitam
Comércios bem variados
Alimentos, bebidas
Detergentes, mobiliários.
Viaturas, medicamentos
Políticas e tormentos
Tudo vendem aos otários.
Enchem os bolsos
Com preocupações
Com doenças
Violências, tempestades
Vendavais
Catedrais de desassossego
Abundam pelos jornais
Que os perigos espreitam…
Entrelinhas, nos casais
Incentivam-se os medos
Para serem cordiais.
Para sossego das almas
Vêm depois os estudos
Recheados de sanções
P’ra corrigir os defeitos
São mais leis, limitações
E quem quiser
Que se cuide,
Se resguarde
Com seriedade e firmeza
Que os trambolhões estão à espreita
Com olho vivo e esperteza.
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“Pum! Atira, Espanta os Pardais”
Primeiro lançam venenos
A seguir, grupos de estudos
Para analisar,
Inventar soluções.
Depois fazem intervenções
P’ra tentar inverter as situações
Criadas por eles mesmos
Só que já estão instaladas
Disseminadas,
Enraizadas.
São os dramas sociais
Das doenças
Perversões
Vivemos no meio do caos.
As suturas estão abertas
Sem remédios,
Sem pílulas
Sem tintas
Que remendem,
Que disfarcem
Extingam
O cerne da podridão.
Pum! Atira,
Espanta os pardais.
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“Três Fases Sociais”
Insatisfeitos?
Fase 2 (Mostrar) O trabalho
Investigação?
Fase 3 A solução, o remédio?
Intervenção!
Post Scriptum, Conclusão
Eficácia?
A longo, muito longo prazo,
Gota a gota,
Um pingo aqui outro ali
Seguimos “cantando e rindo”
Imaginando, sonhando
Que um dia, tudo há-de ser melhor.
Nesse dia os “experts”, sabichões
Entre tantos estudos, investigações
Impertinências, acusações
Revelam-nos as sensações
Do quanto foi triturado, esmiuçado
Enfim!!!… apurado
Para sermos campeões.
Será?!
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quinta-feira, maio 31, 2007

Colhemos todos os teus frutos sem qualquer piedade por ti.
Perdoa os homens guerreiros que te invadem e profanam
Sejamos caridosos, respeitadores que a terra agora chora.
Calemos os nossos gritos dos horrores por nós criados, famintos
Da luxúria que em vão teimamos em ser o nosso padrão de vida.
Glaciares que se desfazem, são as lágrimas da terra que ora clamam
Relembram, que o rumo deve mudar antes que seja tarde demais.
Mãe Terra, para ti, por ti escrevo estas palavras pelo muito que te quero sã e salva.
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